Jobson desaparece do São Caetano

04/06/2013

 

São Caetano do Sul, SP, 03 (AFI) – Onde ele passa, sai pelas portas dos fundos sem deixar saudade. Esse é Jobson, que nos próximos dias deve ter seu contrato rescindido pela diretoria do São Caetano. O atacante “desapareceu” há duas semanas sem dar satisfação, tanto que foi proibido de entrar no clube.

A informação foi confirmada pelo diretor de futebol Genivaldo Leal, que se mostrou muito irritado com o comportamento do jogador e garantiu que Jobson não vai mais defender o São Caetano. O dirigente também disse que o atacante, depois que teve problemas com sua mulher, só quer “saber de zoar”.

Treinando em separado desde que o Paulistão chegou ao fim, Jobson ganhou diversas oportunidades da diretoria do São Caetano para voltar a se destacar nos gramados, mas mais uma vez não soube aproveitar. No fundo do poço e com o futuro incerto, o atacante promissor não é visto com bons olhos por quase todos os clubes brasileiros e dificilmente ganhará uma chance na sequência da temporada.

Jobson tem contrato com o Botafogo até 2015 e está emprestado ao São Caetano até o fim do ano e a ideia da diretoria paulista era rescindir seu vínculo, mas o Fogão também não tem interesse em pagar o restante do salário do atacante. Por isso, ambas as partes trabalharam em busca de um clube que aceite ter o jogador problema em seu elenco.

Mais do mesmo!
Jobson Leandro Pereira, de 25 anos, tem um currículo recheado de polêmicas. Em 2009, ele teve acusado o uso de cocaína em um exame antidoping, quando defendia o Botafogo. Após idas e vindas nos tribunais esportivos, o jogador voltou a atuar em 2011 pelo Bahia, do qual foi dispensado por indisciplina. Ainda seria suspenso no segundo semestre de 2011, por mais seis meses.

Neste ano, desde que acertou com o São Caetano para a disputa do Paulistão, Jobson se envolveu em algumas polêmicas. Uma delas foi em março. O atacante foi acusado de ter agredido a mulher, Thayne Bárbara, e passou a madrugada na Delegacia de São Caetano do Sul prestando depoimento. Em abril, ele voltou a ter seu nome em uma página policial.

De folga, Jobson saiu com os amigos para beber e entregou o carro para um menor de idada com medo de ser pego na blitz da Lei Seca. Porém, a dupla encontrou pelo caminho um comando, só que ao invés de parar, resolveu acelerar. Quando parados, os dois desceram do carro e o atacante quis discutir com os oficiais do local. Ele foi levado para a delegacia e teve que assinar um termo por desacato e resistência à prisão.

http://www.radioclubedopara.com.br/noticia.php?nIdNoticia=37870&nTipo=0

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