Rogerinho Gameleira no comando do time

20/09/2013

 

O jogo entre Paysandu e Atlético-GO será o quarto de Rogerinho Gameleira no comando do time, de forma interina. Desde que chegou à Curuzu, após a demissão de Lecheva, Rogerinho tem sido presença constante na vida dos técnicos que o sucederam. E agora, recai sobre ele novamente a missão de tirar o Paysandu de situação apertada. Dos três jogos disputados, foram duas vitórias em casa: 2 a 0 sobre o Paraná e 2 a 1 contra o Figueirense. A única derrota foi para o Avaí por 2 a 0, fora de casa.

A breve rodagem, no entanto, não tira de Gameleira o estilo de comando, sem esconder o time ou pensar em cautela. “Estamos na avaliação do Leonardo e do Fábio Sanches. Se realmente eles não puderem jogar, quem entra é o Diego Bispo ao lado do Pablo. No meio-campo vai entrar o Alex Gaibu, no lugar do Eduardo Ramos, e no ataque o Marcelo Nicácio e o Aleílson”, revela.

Segundo ele, o estilo de jogo do time não será diferente dos outros que comandou. Além disso, Rogerinho garante que no elenco não há espaço para desavenças. “Não existe panelinha no nosso elenco. Infelizmente os resultados não chegam, mas todo mundo treina com determinação para sair dessa situação. Eu fui contratado para ser auxiliar. Isso o Vandick deixou bem claro para mim e eu preciso estar preparado para enfrentar essas situações de risco. Eu acho que estou preparado e espero que dê tudo certo. O futuro a Deus pertence”, conclui.

Time pode ter até quatro alterações

Ainda sem a presença do novo técnico, o elenco bicolor voltou aos trabalhos ontem. Foram dois períodos de trabalhos, encerrados com treino coletivo, no qual o auxiliar técnico Rogerinho Gameleira definiu o time que enfrenta, neste sábado (21), na Curuzu, o Atlético-GO. O time deve ter mudanças em todos os setores. Ontem, a equipe formou com Paulo Rafael; Yago Pikachu, Diego Bispo, Pablo e Gilton; Vanderson, Zé Antônio, Alex Gaibu e Jaílton; Aleílson e Marcelo Nicácio.Com dois jogadores de área, Gameleira espera surpreender o adversário e arrancar o máximo de gols possíveis, por se tratar de uma partida de ‘seis pontos’. “Nas partidas na Curuzu é de suma importância que eles ataquem, que chegam para definir. Não só os atacantes, mas os meias também”, pede.A equipe goiana está um ponto acima do Paysandu, mas ocupa a 16ª posição. “Todos os jogos contra times da parte de baixo da tabela serão muito duros”, acredita.

(Diário do Pará)

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