Pai registra filho com sobrenome Remo

11/08/2014

 

Sapatinhos em azul escuro e branco, o símbolo do Clube do Remo é a estampa. A roupinha, também era com o símbolo do Leão de Antônio Baena. O quarto todo pintado de azul escuro é exibido com muito orgulho para a nossa equipe de reportagem, e a escolha para o nome da primeira cria do casal Stanley Fialho, 26, e Jéssica Pontes, 22, não poderia ser outra: Heitor Remo. Nasceu no dia 14 de abril deste ano e, na hora de registrar o filho, o pai não pensou duas vezes, ligou para Jéssica e perguntou se podia registrar o filho com o nome do clube do coração.

“Já tínhamos feito a escolha do primeiro nome antes do bebê nascer, mas quando eu fui ao cartório registrar o Heitor, liguei para a minha esposa e perguntei: ‘Amor, posso colocar o nome dele de Heitor Remo?’, daí ela disse que podia, mas mesmo se ela dissesse naquele momento que não, eu iria colocar do mesmo jeito”, brinca, Stanley exibindo a certidão de nascimento do filho.

“Ele já tinha comentado comigo antes sobre essa possibilidade. Jogava, dizendo que um conhecido tinha o nome de Remo, aí eu sempre dizia que era loucura esse tipo de coisa. Eu na maternidade e ele, no cartório, me ligou dizendo que ia acrescentar no nome do Heitor, mas claro que a essa altura, ele já até tinha registrado o nosso filho”, relembra Jéssica.

Stanley é apaixonado pelo Clube do Remo, e diz ter tido todo o incentivo dos pais. “Minha paixão pelo Remo vem de família, como na maioria dos casos. Meu pai e minha mãe me incentivaram a torcer pelo Remo desde criança, e é isso que eu pretendo fazer com o Heitor, para ele seguir os passos do azul mais forte daqui do Estado”, afirma Stanley.

Mesmo sendo pai de primeira viagem, Stanley já tem tudo planejado para conduzir os passos do pequeno Heitor. A primeira ida ao estádio já está programada. “O primeiro Re-Pa do Campeonato Paraense do ano que vem, se a mãe permitir, nós vamos levar o Heitor”, garante Stanley, que entende a responsabilidade e o amor que envolve a missão de ser pai. “É algo que só se explica mesmo com o coração. É um aprendizado todos os dias. Ele nos deu outra realidade. É a melhor parte de mim e a melhor parte da Jéssica”.

(Diário do Pará)

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